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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Renato Russo: "há tempos" tão jovem

O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido,
Ninguém prometeu.

Nem foi tempo perdido...
“Somos tão jovens,” uma produção simples com um conteúdo muito rico. Sim, porque mostrar os passos de um gênio que sai do anonimato para um sucesso que, certamente, “tem seu próprio tempo”, supera qualquer simplicidade. Renato Russo já é, por si só, uma superprodução, não apenas representado nas telas, mas na vida de milhares e milhares de pessoas. Suas letras falam alto, gritam os pensamentos e sentimentos mais profundos de diversas gerações. Sua conexão com o mundo vai muito além de sua época. Em minha opinião não existem composições mais atuais, com destaque especial para “Que país é esse?” e a eterna “Pais e Filhos”, sem contar com “Teatro dos Vampiros” e por aí vai.
O filme “Somos tão jovens” faz uma leitura dos passos de Renato até ficar famoso, trazendo suas experiências, anseios, inquietudes e traços marcantes da sua personalidade. Vale a pena conferir! No final temos uma sensação de gratidão pela determinação de um rapaz que não tinha nem ideia do poder de suas palavras e de como elas representavam todos nós, o nosso país e vários universos particulares.
A final “esse é o nosso mundo: o que é demais nunca é o bastante, e a primeira vez é sempre a última chance, ninguém vê onde chegamos, os assassionos estão livres, nós não estamos.” Esse retrato é de qual época? Parece bem familiar, concordam?
Até breve!
Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A resposta das crianças


Eu fico com a pureza da resposta das crianças. É a vida, é bonita e é bonita”. Gonzaguinha é autor de uma das mais belas canções desse Brasil. “Cantar e Cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz” deveria ser o lema da humanidade. Como é maravilhoso perceber que somos tão pequenos perto da grandeza desse universo. Desvendar os seus mistérios é o que tentamos fazer nessa busca incansável pelo conhecimento e justamente os nossos questionamentos é que movem tudo, mas nunca nos levam a respostas definitivas, pois o certo e o errado são muito relativos e dependem de diversos aspectos culturais.
Estou de volta depois dos melhores 6 meses da minha vida, o meu contato com o maior milagre de todos: a maternidade. Entre mamadeiras, fraldas sujas e descobertas emocionantes percebi que “viver feliz para sempre” é valorizar cada passinho do presente, respeitar a natureza da vida e não passar o tempo todo deixando essa espera para um grande final. O agora é para todo o sempre e dele depende o futuro.
E quem é o futuro? Todos nós o escrevemos e, exatamente por isso, precisamos parar de ficar apenas no rascunho. Vamos chegar à arte final? Como?
Primordialmente respeitando a infância, deixando que crianças sejam apenas crianças. Nesse sentido, indico um filme que marcou o meu período de licença maternidade: “Totalmente Inocentes”. Essa comédia satiriza Tropa de Elite e Cidade de Deus, mostrando a realidade da favela a partir dos passos de três amigos que pretendem entrar para o mundo do crime, mas não levam o menor jeito. Esse ponto leva à “reposta das crianças” ao crime: eles querem apenas curtir a vida e os amigos e, por isso, o meio não interfere em seus processos de identificação com a realidade a que estão expostos.
Vale a pena conferir e lembrar que “a vida devia ser bem melhor, e será, mas isso não impede que eu repita...
É bonita, é bonita e é bonita!!!! “Da Fé”, personagem do filme, que o diga.
Até a próxima
Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária / mawayhs@unicruz.edu.br



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Olá pessoal!
Hoje vou dar umas dicas de alguns filmes que acredito que ninguém merece assistir, só para não cair na rotina. São algumas produções que detestei, mas essa é apenas a minha experiência, respeito o gosto das demais pessoas.
Agora, temos que concordar que, independente das preferências, não tem situação pior do que encomendar aquela pizza, fazer aquele brigadeiro de panela e arrumar a sala para ver um bom filme com as pessoas que amamos e, de repente, nos depararmos com uma bomba. É muito chato.
Eu passei por alguns momentos desses com os filmes:
- Coelhos Assassinos (também, pelo nome já daria para sentir o clima);
- Kung Fusão (foi quase engraçado);
- Pelo Amor e pela morte (o nome até que era bom);
- Quarentena (super forçado);
- Amor por contrato (queimação de atores);
- A saga molusco (será que alguém gostou?);
- Cada um tem a gêmea que merece (abacaxi).
Tem vários outros, mas vou ficar por aqui!
Bom final de semana a todos!
Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs
Núcleo Integrado de Comunicação – Publicidade
UNICRUZ
55 3321 1552

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Olá pessoal! Vocês gostam de surpresa? Eu adoro ser surpreendida com uma coisa boa, especialmente, com um filme bom. Ganhei esse presente no final de semana quando meu tio indicou uma ótima produção: John Carter: entre dois mundos. No início, nos primeiros minutos, pensei que não iria gostar, mas logo em seguida não consegui nem piscar. Até o finalzinho foi impossível tirar os olhos da tela.
O filme, com aventuras criativas e inusitadas, traz a história de John Carter (Taylor Kitsch), que é transportado para Marte, planeta que está plena guerra. Aos poucos ele vai entendendo o que está se passando e descobre a sua verdadeira missão e lugar no universo.
Entre seres verdes, vermelhos e criaturinhas estranhas, Carter liga fatos da terra com Marte ao encontrar a bela princesa Deja Thoris (Lynn Collins), momento que muda o seu destino para sempre.
Vale a pena conferir logo para começar a semana bem!
Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A vida é um recomeço constante. A cada dia iniciamos uma etapa que não sabemos em que lugar vai chegar, apenas temos a certeza de que precisamos seguir em frente apostando no melhor.

O filme “Compramos um Zoológico” é um retrato da instabilidade dessa trajetória misteriosa que conhecemos como vida. Baseado em fatos reais, ele traz a história da família Mee e do processo de superação do pai Benjamin que, ao perder a esposa, precisa recomeçar com seus dois filhos, uma criança e um adolescente. Essa busca resulta na compra de um zoológico em péssimas condições. Eles contam com a ajuda de funcionários antigos da instituição para colocar tudo em ordem e juntos conseguem reerguê-la.

Recheada de muitos momentos emocionantes, a produção faz pensar sobre como é possível ser guiado para novos caminhos e encontrar em experiências inéditas a força e alegria para seguir em frente.

Vale a pena conferir!

Abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Hoje a dica é uma viagem por um universo que permite transitar por diversos espaços, culturas. Permite a vivência de realidades distantes, confronta a nossa vida com outras, bem diferentes ou, às vezes, semelhantes.
 
Hoje eu proponho mais uma viagem por uma produção cinematográfica, baseada em fatos reais, que mostra uma face fundamental do cinema, o poder de denunciar coisas terríveis que acontecem pelo mundo.

O filme em pauta leva o título Redenção, que traz a trajetória de Sam Childers, ex-motoqueiro e traficante que acaba convertendo-se ao Cristianismo e modificando completamente o sentido de sua vida. Ele aceita o chamado para uma missão de paz no Norte da Uganda e Sudão do Sul e lá encontra o verdadeiro propósito de sua existência: lutar para libertar as crianças aprisionadas pelo ditador Kony e seu exército, acusado de repetidas atrocidades contra civis na África.

Sam e esposa fundam o orfanato na zona de Guerra do Sudão, no qual abrigam centenas de crianças resgatadas. Essa luta continua até os dias atuais.

Vale a pena ver, pensar e refletir sobre como é possível modificar realidades e lutar por justiça.

Um ótimo final de semana a todos!

Abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária

quarta-feira, 18 de julho de 2012


Hoje a dica é para aquelas pessoas que adoram um bom romance. Você gosta de derramar algumas lágrimas básicas em filmes? Então está na hora de ver “Um dia.” Essa bela produção traz a história de Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgees), jovens que se encontram na faculdade e têm suas vidas interligadas no decorrer de 20 anos. Em meio a encontros e desencontros várias coisas surpreendentes acontecem, promovendo reflexões sobre o tempo e a fragilidade das relações humanas. 


Esse filme faz pensar sobre como as coisas podem mudar a qualquer momento e como as escolhas determinam o nosso destino. 

Pensando bem sobre ele, fica claro que às vezes fazemos questão de não enxergar a felicidade que está bem ao lado. Preferimos escolher os caminhos mais complicados perdendo um tempo precioso para viver o momento.

Vamos ver se você também enxergará por esse ângulo?

Bom filme! Não esqueça da pipoca e do pinhão, o clima frio pede.

Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária

sexta-feira, 15 de junho de 2012

E aí pessoal!

A dica para o final de semana é o riso! Isso mesmo!!!! Boas gargalhadas para aliviar o cansaço e retomar as energias. O cinema é mestre nessa arte. Quantos filmes de comédia trazem momentos inesquecíveis de pura alegria e descontração?

Vamos relembrar alguns deles?

Com essa lista é impossível ficar de cara amarrada:
- Os Deuses devem estar loucos I e II;
- Crazy People;
- Cegos, Surdos e Loucos;
- Como perder um homem em 10 dias;
- A proposta;
- Plano B;
- Tenacious D;
- Passe Livre;
- Eu queria ter a sua vida;
- A era do Gelo I, II e III;
- Tá dando onda;
- E, claro, os que mais gosto, O Diário de Bridget Jones I e II (tomara que o III saia da pré-produção).

Com esses, alguns clássicos e outros mais contemporâneos, é impossível, ou melhor, é proibido não rir!!!!
Um ótimo final de semana a todos!!!!! E boas gargalhadas!

Abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária

sexta-feira, 1 de junho de 2012

E aí pessoal!

O tempo voa, né? Já estamos na metade do ano e, em breve, nas festas da virada. Quando fiquei cara a cara com a data de hoje, confesso que me assustei com a velocidade de mais um ano e comecei a pensar nas minhas promessas de ano novo, quantas consegui cumprir, quantas ainda faltam? Os doze meses são poucos para tantas metas.

Tudo isso me fez lembrar de um filme super legal que retoma essas questões: “Noite de ano novo.”  Ele traz várias histórias de esperança e expectativas em relação à passagem de ano, as quais se conectam no decorrer do filme. Além de um elenco fantástico, como é possível ver na capa abaixo.

Essa produção faz pensar justamente sobre as expectativas: serão elas o problema principal do ser humano? Vamos tomar como exemplo o fato de acreditarmos que tudo pode mudar na virada de ano e, quando os fatos não correspondem nossos desejos, uma sensação de derrota e incompletude passa a consumir nossos pensamentos.

Essas datas festivas nos fazem acreditar que vamos fazer as pazes com quem não falamos o ano todo, que um grande amor vai aparecer em breve, que nossa vida financeira vai melhorar como em um passe de mágica. De repente, as coisas começam a demorar para acontecer e as pessoas mergulham em um mar de sofrimento.

A questão é “de onde vem essa obrigação de sempre estarmos bem”? E, retomando Carlos Drummond de Andrade, se tiver uma pedra no meio do caminho?

Se pensarmos friamente, não sabemos o que vamos encontrar pela frente e talvez nem sejamos capazes de controlar nossas expectativas, pois o ser humano precisa ter fé nas coisas. Mas viver o presente, fazendo o melhor possível dele, sem depositar toda a nossa energia no que queremos alcançar, parece mais seguro. Esperar o melhor é sempre bom, mas saber tropeçar e ter a capacidade de retomar o caminho faz parte dessa jornada.

 

O que acham?

Abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária

mawayhs@unicruz.edu.br

sexta-feira, 18 de maio de 2012

E aí pessoal!
Final de semana batendo na porta, noites frias. Esse clima pede pizza, brigadeiro de panela e, lógico, uma boa maratona de filmes.
Então, a dica hoje é recordar. Isso mesmo! Vá até a locadora e pegue aqueles filmes que marcaram a sua vida. Vão aí algumas sugestões daqueles que marcaram a minha:
- Curtindo a vida adoidado;
- Coração Valente,
- O Advogado do Diabo;
- Efeito Borboleta;
- Diário de uma paixão;
- Os Gonnies;
- E, claro, Loucademia de Polícia.
Acho que está bom, né? Com esses, e mais aqueles que você curte, já dá para rechear o sábado e o domingo. Mas se tiver prova, estude também!
De qualquer forma, aproveite! Recordar momentos legais é uma experiência maravilhosa.
Até a próxima!
Grande abraço
Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Olá pessoal!

Hoje nosso papo cinema traz um assunto sobre o qual vale a pena pensar um pouco...

Já cantava Renato Russo que a “humanidade é desumana.” Essa afirmação da música está presente na obra “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago, que traz os piores resultados da indiferença humana, metaforizada por meio de uma epidemia de cegueira branca.

Em termos gerais, a intertextualidade de Saramago faz um recorte do momento histórico, descrevendo um ser humano totalmente perdido no seu espaço, deixando transparecer toda a incompletude de sua existência, toda a sua insegurança que se traduz em atos bárbaros.
Segundo o próprio autor, em depoimento, o livro leva ao sofrimento justamente para que as pessoas entendam o quanto precisam reconhecer a necessidade de mudança nesses tempos sombrios da indiferença.

Fernando Meireles tornou isso visível na versão para o cinema. Fazendo um breve resumo dos acontecimentos, tudo começa quando um homem cega, repentinamente, no semáforo. Essa primeira vítima é levada ao consultório e, surpreendentemente, todos que ali estavam também ficam cegos, inclusive o médico. A mulher do médico, a única que não havia cegado, resolve acompanhá-lo para o local da “quarentena” e, depois da chegada deles, inúmeros cegos, e pessoas com as quais tiveram contato, são enviadas para lá: um antigo manicômio, que estava desativado.

Nesse lugar, as personagens, que não são identificadas por nome e sim pela profissão ou características físicas e de parentesco, começam a conviver com duras realidades no processo de descoberta do outro e no reconhecimento dos seus próprios interiores. No final do filme, assim como na obra, chegam à conclusão de que não cegaram, mas de que já estavam cegos (1995, p. 310): “Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem.”

Os efeitos de sentido da cegueira são múltiplos e revelam os “vampirismos” humanos: exploração em todos os sentidos, renúncia dos princípios de humanidade em nome de interesses pessoais, abuso de autoridade, insanidade gerada pelo medo e insegurança, total falta de respeito à condição humana e negação total dos direitos humanos.

Após ler a obra, ou vê-la materializada na telinha, várias reflexões vêm à tona: por que enxergamos as coisas, mas não reparamos nelas? Será que estamos cegos pelo medo ou é mais fácil deixar pra lá?

Tire suas próprias conclusões e depois responda para si mesmo: afinal, vampiros existem?

Grande abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
             


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Vários em um só

Olá pessoal!

É ótimo estar aqui novamente para mais um papo Luz, Câmera, Ação! Dessa vez a dica é um grande ator que consegue transformar qualquer filme em superprodução.

Estou falando de Wagner Moura e suas diversas facetas no cinema. De Capitão Nascimento em “Tropa de Elite” ao pacato Joaquim em “Saneamento Básico, o Filme”, ele representa seus papéis com tamanho realismo e perfeição que consegue surpreender, encantar e até lançar modas nas gírias da gurizada: “Perdeu playboy” ou “Pede pra sai”.

Nas minhas férias conferi mais dois grandes sucessos com esse talento: “VIPs” e “O Homem do Futuro”.

Em VIPs ele assume várias personalidades para representar a história real de Marcelo Nascimento da Rocha, que ficou famoso por tentar se passar por Henrique Constantino, o filho do dono da Gol, no carnaval de Recife. Wagner fez uma excelente atuação e diversos papéis diferentes em o mesmo filme: adolescente bobinho, piloto de avião, mauricinho, chefe de facção.

Já no filme “O Homem do Futuro” ele vive João, conhecido como Zero, e viaja diversas vezes no tempo, por meio de um acelerador de partículas, para tentar mudar momentos de sua história. Novamente, ele assume várias idades e posturas diferentes em uma mesma produção.

Vale a pena conferir!

Grande abraço
Mariana de Oliveira Wayhs - Publicitária

sexta-feira, 30 de setembro de 2011





Olá pessoal!


Hoje não trago nenhuma novidade, nenhum lançamento, apenas uma questão: o que você considera um sonho possível?
Modificar uma realidade de forma profunda, mudar a vida de alguém, é algo possível ou pouco provável?


Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) não ficou indiferente à realidade de Michael Oher (Quinton Aaron), filho de mãe viciada que não tinha onde morar, no filme “Um sonho possível”. Vendo-o andar sozinho em direção a um ginásio em uma noite de chuva para buscar abrigo, a família dela convida Michael para passar a noite em sua mansão, o que não esperavam é que isso mudaria profundamente a vida de ambos.


Além de acabar integrando a família, ele torna-se um astro do futebol americano, e tudo isso acontece devido ao seu talento e a pessoas que acreditaram nele, que deram a oportunidade para que mostrasse suas qualidades. E essa é uma história baseada em fatos reais.


É certo que nos dias atuais vivemos desconfiados das pessoas, mergulhamos no nosso mundo particular, buscamos nele proteção e comodidade, mas para melhorar a vida de alguém não precisamos, necessariamente, agir como a família Tuohy.


Existem tantas maneiras simples de transformar os ambientes que nos cercam: dando uma chance para aquele colega que excluímos por ser diferente do que esperamos, elogiando as pessoas ao nosso redor, tratando todos como o mesmo respeito, sendo solidários com os que precisam de ajuda.


As formas de promover uma Corrente do Bem são infinitas, é necessário apenas boa vontade!


José Saramago, um grande escritor Português, disse um dia:


“Se tens um coração de ferro, bom proveito.
O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia”.


Que o nosso coração seja de carne como o dele e que sangre sim, que seja capaz de sofrer até mesmo por quem nem conhecemos pessoalmente e esteja aberto para promover coisas boas.


Pensem nisso pessoal!


Grande abraço


Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

segunda-feira, 19 de setembro de 2011





Paisagens belíssimas, calor e samba no pé! Haja asa para voar no desenho animado “Rio”. A perfeição da reprodução da cidade do Rio de Janeiro, e uma história emocionante de amor e amizade, tomam conta da telinha.


Blu, a arara azul vítima de tráfico de animais, acaba sendo retirada de seu habitat natural e levada para os Estados Unidos. Devido a um pequeno acidente, em virtude da neve da fria Minnesota, ele acaba caindo do caminhão no qual estava sendo transportado. Para sua sorte é encontrado por Linda, que passa a ser sua família.


Eles vivem em plena harmonia, até um cientista brasileiro, chamado Túlio, aparecer e informá-los que Blu é a única arara azul macho da espécie e precisa que seja levado até o Brasil para reprodução. No início, Blu e Linda relutam, pois têm medo do que pode acontecer. Depois, decidem ir tendo em vista a importante missão de Blu.


Já de chegada, Blu conhece uns amiguinhos bem legais e divertidos e parece que tudo está correndo bem, até ser levado para a reprodução com a arara Jade que, de início, não é nada hospitaleira. Já no primeiro encontro, eles são sequestrados pelos traficantes de animais, deixando Linda arrasada. Ela e Túlio iniciam uma busca cheia de aventuras para encontrar Blu, que também vive momentos surpreendentes e faz grandes amizades.



O filme é encantador, pois além dos desenhos das personagens que são irresistíveis, ele mostra o valor da amizade, do amor, do respeito aos animais, a importância de ajudar na construção de novas realidades.


Vale a pena ver e dar boas risadas com uns passarinhos da pesada!
Não tem como não voar junto nessa bela aventura.

Até breve

Abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

terça-feira, 6 de setembro de 2011


Olá Pessoal! Luz, câmera...”risadão”. Hoje o assunto é comédia! Boas gargalhadas renovam a alma, especialmente quando são compartilhadas com a família e amigos.

Nessa área, de fazer rir, Ben Stiller é Mestre, ainda mais qu
ando encarna Greg em “Entrando numa fria.”

Mais engraçado ainda é embarcar com ele em “Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família.” São 98 minutos de muitas risadas.

Após 10 anos ten
tando aturar o sogrão Jack (Robert De Niro), Greg acredita que já foi aceito por ele e que está com a “bola toda”. O que ele não imagina, é que o velho Jack não desistiu de persegui-lo, ainda mais quando desconfia de seu emprego noturno em um laboratório farmacêutico e de sua relação com uma colega super sexy.

Apesar disso, agora pai de família, Greg tenta a todo custo conseguir vaga para os seus filhos em uma escol
a importante e corre contra o tempo para que as obras na sua casa fiquem prontas para a festa de aniversário deles, tudo com a finalidade impressionar o sogro. Mas ele não dá trégua e a confusão toma conta da telinha!



Não deixe de conferir essa trama do riso e se divertir com as aventuras criadas pela nada harmoniosa convivência de sogro e genro. Talvez alguém se identifique com o Greg, coitadinho! Espero que não!

O que importa mesmo é rir da vida!

Até a próxima!


Grande abraço


Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aventura cheia de magia



Olá amigos! Voltando a falar em cinema, hoje o assunto é a magia.

Magia lembra Merlin, o poderoso feiticeiro que está presente em vários filmes. Muitas são as lendas que o cercam e as histórias inspiradas nele. Mito ou realidade, o que importa é que o profeta, mago e conselheiro é muito popular nas telinhas.

Ligado à história do Rei Artur, já foi representado em diversas tramas: Rei Artur, As Brumas de Avalon, Merlin, e muitas outras, inclusive em Shrek.

Há alguns dias tive a oportunidade de ver um filme super legal que retoma seus encantos, “O Aprendiz de Feiticeiro”, uma surpreendente aventura. Nela, Nicolas Cage é Balthazar Blake, um aprendiz do poderoso Merlin, que luta para proteger o mundo da maldade e seguir seus ensinamentos. Ele mora em Manhattan e tem o objetivo de defender a humanidade de seu arquinimigo, Maxim Horvarth (Alfred Molina). Porém, para isso precisa da ajuda de um rapaz comum
Dave Stutler (Jay Baruchel), pelo qual procura a vários séculos. Dave nem sonha, mas tem poderes ocultos e precisa apenas aprender a lidar com eles. Balthazar passa a ser o seu Mestre, ensinando os caminhos da ciência e arte da magia, tudo para acabar definitivamente com Horvarth e o perigo que ele oferece.

Divertido, encantador e diferente, o filme mexe com a nossa imaginação. Também, traz para a reflexão questões sobre conduta, ética e comprometimento com coisas importantes. É uma fantasia com princípios bem reais, que retomam a amizade, a generosidade e a persistência.

Vale a pena conferir pessoal!

Até a próxima!

Grande abraço

Mariana de Oliveira Wayhs – Publicitária
mawayhs@unicruz.edu.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011




Entrar na mente, plantar ideias e mudar destinos. Hoje vamos dar play no filme “A Origem”.

Várias são as ficções científicas que nos fazem pensar no limite da realidade, até que ponto aquilo pode chegar um dia a deixar de estória e virar História? Isso é difícil de saber, mas é certo que essas tramas inquietam nossos pensamentos.

“A origem” tem uma proposta inovadora, levar a espionagem para um lugar diferente, para dentro dos sonhos das pessoas. Nesse ramo, Cobb (Leonardo DiCaprio) é um dos melhores, por isso recebe a proposta de Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês para entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Motivado pelo fato de que essa missão pode fazer com que Cobb, impedido de entrar nos Estados Unidos pela morte de Mal (Marion Cotillard), volte a ver seus filhos, ele aceita o desafio e a ação toma conta da telinha.

Com uma equipe ousada e corajosa, ele monta todo o cenário para ter sucesso nesse trabalho nada comum. Eles penetram em camadas profundas e delicadas do sonho e muitas situações tensas acontecem.

Achei o filme impressionante e totalmente surpreendente. Para ser sincera, quase nem pisquei. Nessa trama tudo é possível, roubar segredos valiosos revelados pelo inconsciente das pessoas nos sonhos, plantar novas formas de pensar. Outras perspectivas se abrem e essas horinhas de ficção permitem uma verdadeira viagem pelo desconhecido.

Melhor que esse, na minha opinião, somente “A Ilha”, outro filme repleto de ação e coisas que fogem do real.

Confiram os dois! Vale a pena viver breves momentos de pura ficção!

Até a próxima!

Mariana de Oliveira WayhsPublicitária
mawayhs@unicruz.edu.br